Mediugórie - Eco 129b
Mensagem da Rainha da Paz, de 25.09.96
Queridos filhos! Hoje convido-os a oferecerem suas cruzes e seus sofrimentos pelas minhas
inten-ções. Filhinhos, Eu sou a Mãe de vocês e desejo ajudá-los, implorando, junto a Deus, a graça
para vo-cês. Filhinhos, ofereçam seus sofrimentos a Deus como dom, para que eles se tornem uma
belíssima flor de alegria. Por isso, filhinhos, rezem para compreender que o sofrimento pode se
tornar alegria, e a cruz, o caminho da alegria. Obrigada, por terem correspondido ao Meu apelo!
Ofereçam a Mim suas cruzes
e encontrarão a alegria
Muitas vezes Maria nos tem con-vidado a rezar pelas Suas inten-ções e a deixar em segundo
pla-no as nos-sas. Agora, pelo mesmo motivo, convida-nos a oferecer os nossos sofrimentos, que
valem ainda mais do que as orações.
Nossa Senhora não tem medo de nos falar da cruz e do sofrimento, ainda que hoje se esteja
propenso a apresentar um cristianismo fácil, sem obstáculos nem luta, iludindo os homens com a
informação de que po-dem se salvar sem a cruz. Ela sabe que somente a cruz amadurece os filhos,
como a poda torna fecunda a vi-deira. Os sofrimentos entraram no mundo por causa do pecado,
mas o próprio Jesus os assumiu: Ele tomou as nossas enfermidades e sobrecarregou-se dos nossos
males (Mt 8, 17). Dessa forma, eles reparam o peca-do e tornam-se purificação de tudo aquilo que
em nós não agrada a Deus, tornando-se-Lhe oferta agradável para obtenção de imensas graças.
Quantas ocasiões de sofrimento apresentam-se por causa do nosso estado de mortais, sujeitos a
tantas li-mitações e defeitos: doenças, perdas físicas e espirituais de pessoas queridas, ofensas,
torturas, humilhações, injustiças, solidão, acontecimentos que nos perturbam e, sobretudo, o
pecado. A cruz é tudo o que se deve sofrer pela fidelidade a Deus, porque o testemunho a Jesus e
a Sua Mãe torna-se, freqüentemente, fonte de incompreensões, zombarias, tribulações e até
perseguições. Lembre-se: Todos os que quiserem viver piedo-samente, em Jesus Cristo, terão de
sofrer a perseguição (2Tim 3,12).
Deus não poupa da aflição aqueles que reconhece como filhos... (mesmo que contra o seu desejo,
Deus humilha e aflige os filhos do homem - Cf. Lamentações 3,33). Toda correção não parece, no
momento, causa de alegria, mas de tristeza. Depois, porém, produz frutos de paz e de justiça para
aqueles que são corrigidos (cf. Heb 12,7.1). Assim, os sofrimentos, aceitos de Deus e a Ele
oferecidos, tornam-se uma belíssima flor de alegria.
Normalmente, quando vêm as cruzes, somos tentados a perguntar a Deus o porquê e, muitas vezes,
acu-samos o próprio Deus que as permite. Nossa Senhora, no entanto, convida-nos a aceitá-las e
oferecê-las como dom, para que se transformem, assim, numa flor de alegria. Estes sofrimentos
são, na verdade, dom de Deus, em vista do que produzem: é tão grande o bem que espero, que
todo sofrimento me é agradável - dizia São Francisco. E Paulo chegava a dizer: Transbordo de
alegria em todas as nossas tribulações (2Cor 7,4).
Nossa Senhora, depois, para que as cruzes não nos amedrontem, encoraja-nos amorosamente a
oferecê-las a Ela, porque necessita delas para suas intenções. Algumas destas intenções, grandes
como o mundo, Ela nos tem mostrado em várias ocasiões: a paz, as famílias, os jovens, os padres,
os distantes, aqueles que estão sob o influxo de satanás. Além disso, Ela nos conhece bem e sabe
das nossas necessidades espirituais e materiais: temos que confiar. Em seguida, consola-nos,
lembrando-nos de que é nossa Mãe e deseja aju-dar-nos. Qual é a mãe que não ajuda, por todos
os meios, os filhos que sofrem? Ela mesma - diz Montfort - "qual suave aliviadora das cruzes,
cobre-as de doçura e as prepara para seus filhos, no mel da sua ternura materna, para que,
pra-ze-rosamente, as bebam, mesmo sen-do amargas". Ela assegura-nos que implora, junto a
Deus, a graça para nós: e com que eficácia! Sa-bemos que Deus é fiel: não per-mitirá que sejais
tentados além das vossas forças, mas com a tentação Ele vos dará os meios de suportá-la e sairdes
dela (1Cor 10,13).
Por último, Maria nos convida a rezar para compreender que mesmo estes sofrimentos podem se
tornar alegria, e a cruz, o caminho da alegria. Sim, a vossa tristeza há de transformar-se em
alegria... A mulher so-fre quando está para dar à luz. Mas, depois que deu à luz a criança, já não se
lembra da aflição por causa da alegria que sente por haver nascido um homem no mundo (Jo
16,20ss). Na verdade, as cruzes oferecidas a Deus tornam-se alegria que antecipa o paraíso e que,
se o compreendêssemos bem, far-nos-iam exclamar como São Paulo: não pretendo, jamais,
gloriar-me, a não ser na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo (Gal 6,14). E com Ele, quantos, entre
os servos de Deus mais aflitos, temos visto pular de alegria! don Ângelo
NOTÍCIAS DE MEDIUGÓRIE
* As aparições continuam diariamente para 4 videntes: Maria, Iakov, Ivan e Vicka.. Já se passaram
15 anos e 3 meses desde que a Mãe de Deus começou aparecer em Mediugórie. Não se sabe
ainda até quando vão permanecer estas aparições.
* As mensagens - Como prometeu em janeiro de 1987, Nossa Senhora continua dando uma
mensagem no dia 25 de cada mês.
* Os videntes - Vicka está em Mediugórie. No começo do mês, Iakov e Annalisa deram as boas
vindas ao seu segundo filho: um garoto de nome David. Eles ainda permanecem na Itália e voltarão
no final do mês. Maria e sua família estão na Itália. Ela disse que em outubro virá a Mediugórie.
Ivan e família estão nos Esta-dos Unidos. Lembrem-se de que Nossa Senhora aparece-lhes onde
quer que eles se encontrem.
* Peregrinos em Mediugórie - No momento, há muitos peregrinos em Mediugórie, assim como
durante todo o mês de setembro. Há um grande número de poloneses, tchecos, eslovacos,
húngaros e, ocasional-mente, romenos. Há muitos peregrinos das línguas inglesa e francesa, de
diferentes regiões. Há também ale-mães, italianos e um grupo do México, Brasil e Austrália.
Mediugórie está viva e o seu poder de atrair peregri-nos não está diminuindo. Espera-se a
continuidade.
* Exaltação da Santa Cruz - Também neste ano foi solenemente celebrada a festa da Exaltação da
Santa Cruz no Monte Krizevac, no dia 15 de setembro. A Santa Missa foi presidida pelo carmelita
Jakov Ma-mic, ao pé da Cruz, com a participação de 50 mil fiéis. É impossível fazer uma relação
dos países de onde vie-ram os peregrinos. Os grupos mais numerosos vieram da América, França,
Inglaterra, Irlanda, Alemanha, Áus-tria, Itália, República Tcheca e da Eslováquia. Estava presente
uma multidão de peregrinos Croatas que, em sua maior parte, andou centenas de quilômetros para
chegar a Mediugórie ao amanhecer. Notou-se também a visita de um grupo de freiras da Ucrânia
que viajou 5 dias, chegando a Mediugórie para a festa da Exaltação da Santa Cruz, onde
permaneceu apenas 2 dias.
Enquanto a multidão de fiéis celebrava a Eucaristia ao pé da
Cruz, na Igreja de Mediugórie foi celebrada a Santa Missa em Latim para aqueles que não
puderam subir ao Monte. Com a presença de 4 mil fiéis, celebrou a Santa Missa o Bispo inglês,
Dom Augustin Harris, juntamente com o Provincial dos franciscanos da Herzegóvina, Pe. Tomislav
Pervan, e outros 25 sacerdotes. (Press Bulle-tin)
* Vicka na França - Após os festejos desses últimos meses, Vicka esteve alguns dias também na
França.
* Um exemplo de renúncia - Enquanto rezava em Mediugórie, há vários anos, nosso amigo Gerard
F. viu-se tocado por um dos pedidos da Gospa: "Renunciem, queridos filhos, àquilo de que mais
gostam." Na verdade, ele tinha em mente fazer algo para sua Mãe do Céu... Gerard então
constatou que sua maior paixão era o futebol americano. Ele sentiu que este esporte invadia toda a
sua vida. Gastava a maior parte do seu tempo livre no campo, ou vendo as partidas pela TV, ou
folheando as páginas esportivas dos jornais, etc... Co-rajosamente, ele abandonou o futebol para
dar a Jesus o 1º lugar em sua vida. Ele notou, então, que, longe de ser algo intolerável, o sacrifício
não foi tão difícil. Pelo contrário, experimentou uma nova espécie de liber-dade, como se um peso
tivesse sido tirado de seus ombros.
Logo depois, ele voltou a Mediugórie. Enquanto ia à casa de Ivan, rezando o terço pelo caminho,
em meio às parreiras, Nossa Senhora disse uma palavra em seu coração, apenas uma: "O cochilo!"
Isso era demais para Gerard, e ele não disse "Sim". Ela estava pedindo demais! Ele é fazendeiro
nos Alpes da França. Du-rante o verão, o trabalho é tão duro que você não pode prosseguir sem
um repouso de 30 minutos após o al-moço. Ele teve que admitir, no entanto, que nos últimos 2
anos, esse descanso estava sendo prolongado pe-las outras estações, e também que estavam se
prolongando sempre mais, até 2 horas! Como resultado, ele andava sonolento, sem energia,
vulnerável às sugestões do demônio... Imediatamente, Gerard compreendeu que Maria estava certa
e tinha que fazer algo para corrigir esta situação. Antes de deixar Mediugórie, cheio de amor e
chorando, ele deu o seu "Sim" a Nossa Senhora.
Hoje, 5 anos mais tarde, com alegria, ele dá o seu testemunho. Maria o tirou de uma grande
armadilha. Nada no mundo pode fazê-lo retornar à sua vida do passado.
"Pode-se ir a Mediugórie pedir coisas, "diz ele, "mas pode-se também ir para doar! É o que se doa
que nos enriquece! "
(Ir. Emmanuel)
Frances deixa as bengalas
em Mediugórie
Pe. Slavko - Frances chegou a Mediugórie no dia 11 de abril de 1996 com sua irmã e o Grupo da
Senhora Margaret. Quarta-feira, 17, com as bengalas debaixo do braço, pediu-me um tempo para
conversar. Quando fiquei sabendo do motivo do pedido, marquei o encontro para as 17 horas.
Chegou acompanhada pela senho-ra Margaret.
Frances Russel, de Boston, tem agora 43 anos. Em 1980, aconteceu-lhe um gravíssimo acidente no
traba-lho, no hospital onde possuía o cargo de enfermeira: tinha 27 anos. Os médicos, no início,
não se deram conta da gravidade do mal. Ela tinha uma lesão na espinha dorsal, nos músculos e nos
nervos. Quando descobriram do que se tratava, realizaram cinco difíceis cirurgias. Após a segunda,
ela piorou. No fim, Frances não conse-guiu mais virar o pescoço nem levar as mãos até ele, e nem
mesmo levantar-se. Os médicos declararam abertamente que não podiam fazer mais nada. Desde
então, até a sua chegada a Mediugórie, Frances passou a maior parte de seu tempo nos hospitais.
Pe. Slavko - O que aconteceu nesta peregrinação?
Frances - Rezei muito, participei de todos os programas vespertinos, da adoração, dos encontros;
ouvi as informações como os demais. Sábado, 13 de abril, fui a Siroki Brijeg. Frei Iozo falou e
rezou.
Senti uma forte dor no coração e vi, como em um filme, toda a minha vida e os sofrimentos pelos
quais passei. Chorei e senti no coração estas palavras: "Dê-me seu coração ferido!" Comecei,
então, a sentir que meu coração curava-se. Voltei a Mediugórie e senti um forte desejo de ir à
Missa e de participar da adoração. Mas me senti muito atormentada; tanto, que pedi a Nossa
Senhora para me dar a força de voltar a Siroki Bri-jeg. Esperei muito e, quando o Pe. Iozo me
abençoou, senti-me mal, todo o corpo tremia, sentia-me como que atravessada por espinhos.
Mas algo estava mudando em mim, sem, todavia, entender de que se tratava. Voltando a
Mediugórie dese-jei, em vão, falar com Pe. Slavko. Na quarta-feira, à noite, fui à Cruz Azul.
Diziam-me que Nossa Senhora re-comenda rezar pelos doentes. Enquanto isso a dor de cabeça
diminuía lentamente; eu já conseguia levar as mãos ao pescoço e percebi que podia andar...
Pe. Slavko - O que a fez sofrer mais antes de vir a Mediugórie?
Frances - Depois do acidente, os meus desejos foram todos frustados, quer o de formar uma
família, quer o de me tornar médica, porque amo muito aos outros. As dores aumentavam cada vez
mais, dores de cabeça insuportáveis. Não tolerava a luz; vivia praticamente como se fosse cega e,
freqüentemente, desejava ver o fim de minha vida. Não conseguia nem esticar-me na cama e
passava a noite numa cadeira. Com o passar do tempo, também os músculos e os nervos
adoeceram. Tremia sem conseguir controlar-me. E tudo isto tornava amarga a condição do meu
espírito.
Pe. Slavko - Como estava, naquele tempo, a sua fé?
Frances - Toda manhã ia de bengala à Igreja mais próxima, comungava e depois rezava o terço.
Isto me dava força para viver, mas as dores não paravam de aumentar, da cabeça aos pés.
Pe. Slavko - Quando ouviu falar de Mediugórie?
Frances - Faz muito tempo, e sempre desejei vir. E quanto mais as coisas se agravavam, mais pedia
a Ma-ria a graça de vir. Tentei várias vezes, mas sempre me dissuadiram; em certo momento,
porém, entendi que, se não viesse agora, nunca mais viria. Também o problema de despesas foi
superado. Não vim, porém, para pedir a cura.
Pe. Slavko - A senhora está convencida de sentir-se curada na alma e no corpo?
Frances - Sim. Na verdade me sinto em condições excelentes (e para demonstrar, Frances
levantou-se e desceu, correndo, as escadas, levando, debaixo do braço, as bengalas!).
Testemunho da
senhora Margaret
Pe. Slavko - A senhora é acompanhante do grupo: conhece esta peregrina?
Sra. Margaret - Pela irmã fui informada de que estava gravemente enferma. No aeroporto,
precisamos de um serviço específico. Até o meio-dia de hoje, não sabia que estava curada.
Durante o almoço, todo o grupo ficou cantando, dando glória, alegrando-se e agradecendo a Deus.
Frances parece completamente uma outra pessoa. Está feliz. Sua irmã não pára de chorar.
Pe. Slavko - O que sente a guia de um grupo quando alguém fica curado?
Sra. Margaret - É a 54ª vez que venho a Mediugórie e vi tantas coisas extraordinárias para as
almas e para os corpos, mudanças de vida que são as coisas mais importantes. Quando uma irmã
da comunidade me perguntou porque eu vou tão freqüentemente a Mediugórie, lhe respondi:
"Quando não acontecerem mais milagres na alma e no corpo, não virei mais aqui." E agora sinto-me
particularmente feliz por Frances. Sejam dadas Graças a Deus!
Pe. Slavko - Neste ponto, perguntei a Frances: "Que mensagem gostaria de transmitir num dia tão
feliz?"
Frances - Nunca duvidei do amor de Deus e da Virgem. Deus conhece cada um de nós e Nossa
Senhora está conosco. A quantos vêm aqui diria que, antes de mais nada, procurem encontrar-se
com Deus. Gostaria que todos os paroquianos e peregrinos se conscientizassem do quão é grande
a graça de ter aqui Nossa Senhora. De minha parte, nunca pararei de agradecer a Deus por tão
grande dom. Hoje passei o dia inteiro na Igreja orando e agradecendo. É difícil dizer o que sinto.
Estou muito feliz e agradecida.
Pe. Slavko - Encontrei-me depois com a irmã de Frances, e ela exclamou: "Deus é grande! Chorei
o dia todo. Sou feliz. Não consigo imaginar que minha irmã não precise mais de bengalas. Como
ficará nossa mãe quando souber de tudo! Agora só consigo dizer: Graças a Deus e a Nossa
Senhora Rainha da Paz! E depois destas palavras as lágrimas jorraram como torrente de
primavera." (De Glas Mira, maio 96 - tradução R. Carlette, Trieste)
O QUE PROCURAR
FORA DA EUCARISTIA?
Alexandrina M. da Costa. Dia 13 de outubro é o aniversário da morte da serva de Deus
(1904-1955), portuguesa. Quando tinha 14 anos, para se defender das más intenções de um
homem que penetrou em sua casa, pulou pela janela. Uma mielite, que lhe comprimiu a espinha
dorsal, a imobilizou, consumindo-a num doloroso martírio. Na sua solidão, con-sagrou-se aos
Tabernáculos para reparar as profanações eucarísticas e o abandono em que o Senhor é deixado.
Ofere-ceu-se como vítima pelos pecadores e orava: "Receba-me, ó Maria, como filha amada e
consagre-me toda a Jesus. Fe-che-me sempre no seu Coração divino e diga-lhe que o ajudarei a
crucificar-me. Ó Jesus, imola-me, em cada momento, contigo no altar!"
Em 1935, Jesus ordenou-lhe que pedisse ao Papa a consagração do mundo ao Coração
Imaculado de Maria. Durante a guerra ofereceu-se, como vítima, pelo Papa Pio XII e escreveu-lhe
assegurando que ele teria sido poupado. De março de 1942 até a morte, viveu somente com a
Eucaristia, sem alimentar-se de mais nada.
Jesus, em várias ocasiões, disse-lhe: "Os nus se vistam! Haja modéstia! Acabem a vaidade e o
desperdício... Penitên-cia! Oração, muita oração!... Os governantes vigiem sobre as nações... O
demônio está preparando contra a Igreja coisas muito graves... Rezem e confiem! A vitória será
minha!"
Meses antes que ela morresse, Nossa Senhora disse-lhe: "Fale às almas! Fale-lhes da Eucaristia,
do Rosário! Que se alimentem da Carne de Cristo, da oração e do meu Rosário todo dia!" Assim
escreveu para o seu túmulo: "Pecadores, se as cinzas do meu corpo podem ser úteis para salvá-los,
aproximem-se e pisem-nas até desaparecerem, mas não pequem mais. Não ofendam mais o nosso
Jesus!" Sua missão de atrair almas para Deus continua: prova disso são suas biografi-as, as
romarias ao seu Túmulo, as numerosas graças.
São Francisco escreve no seu Testamento: "Nada mais vejo neste mundo do Altíssimo Filho de
Deus senão seu San-tíssimo Corpo e o Santíssimo Sangue que os sacerdotes consagram e só eles
administram aos outros. E estes santíssimos mistérios, acima de todas as outras coisas, quero que
sejam honrados, venerados e cultuados, e colocados em lugares preciosos. E por toda parte onde
encontrar nomes, palavras e objetos Seus em lugares indecentes, recolhê-los-ei e peço que sejam
recolhidos e colocados em lugares decorosos".
O Anjo de Fátima assim ensinou aos pastoresinhos: "Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito
Santo, adoro-vos profundamente e ofereço-vos o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade
de Nosso Senhor Jesus Cristo, presentes em todos os Sacrários do mundo, em reparação aos
ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido; e pelos méritos infinitos do seu
Sacratíssimo Coração e pela intercessão do Coração Imaculado de Maria, peço-vos a con-versão
dos pobres pecadores".
DOM BOSCO AOS SEUS JOVENS
"Querem que o Senhor lhes conceda muitas graças? Visitem-no freqüentemente. Querem poucas
graças? Visitem-no pouco. Visitem Jesus freqüentemente. Querem vencer o demônio? Refugiem-se
sempre nos pés de Jesus... Meus queri-dos, a visita a Jesus Sacramentado é um meio indispensável
para vencer o demônio. Procurem visitar com freqüência a Jesus, e o demônio não conseguirá
dominá-los".
Santa Catarina de Gênova dizia: "O tempo passado perante o Sacrário é o tempo melhor gasto na
minha vida! "
LEITORES e PEREGRINOS
Peregrina sem olfato sente
perfume na hora da Aparição
Fazia parte do grupo que teve o privilégio e a felicidade de, no dia 23/7/96, às 10h da noite,
participar da aparição de Nossa Senhora na Colina das Aparições. O perfume forte de flores que
senti e a leve brisa marcaram muito a sua presen-ça, principalmente, no meu caso, que há muito
tempo perdi o olfato. Estou me sentindo muito bem e mais forte espiritual-mente.
Às vezes não acredito, acho que tudo foi um sonho ter ido a Mediugórie. Foi tudo tão belo, e
maravilhoso conhecer o povo de lá. Quanta hospitalidade e simpatia!
A acolhida que tivemos era de irmão para irmão. Povo sofredor mas feliz e de muita fé. Respira-se
a "PAZ" por toda a cidade. Cada um falando a sua língua e rezando juntos o rosário na Igreja.
NOSSA SENHORA é o milagre de sua presen-ça entre tantos peregrinos. As imagens ficarão
gravadas na minha memória, para sempre, e eu as trago comigo e as revi-verei a cada momento.
(Iza Souto, Rio de Janeiro).
Leitura do Eco desperta a fé
Quando li o jornal Eco de Mediugórie pela primeira vez, fiquei muito emocionada. A partir daí
comecei a pensar em co-nhecer aquela Terra Abençoada. Até então, eu não tinha fé. Depois que
comecei a acompanhar as mensagens de Nossa Senhora, tive fé, e essa vem aumentando a cada
dia.
Tudo que vi em Medjugorje me to-cou. O que mais me impressionou foi a subida aos montes:
Podbrdo e Krizevac, pois em nenhum instante me cansei. Só sentia muita paz, que invadiu o meu
coração. A sensação que tive quan-do estava lá, era como se estivesse no Céu. Na hora da reza
do Rosário e da Santa Missa, eu percebia a presen-ça viva de Nossa Se-nhora. Minha via-gem a
Mediugórie foi uma benção. Já estou pensando em voltar no próximo ano. (Maria Leite de Oliveira,
Brasília).
Há mais ou menos 3 anos tive conhecimento das Aparições de Nossa Senhora em Mediugórie.
Apaixonei-me pela Rai-nha da Paz e comecei a ler e a divulgar as aparições (com folhetos,
adesivos, fita de vídeo, etc.). E à medida que eu di-vulgava, aumentava em mim cada vez mais a
vontade de ir a Mediugórie, mas achava impossível. A partir do momento que eu me decidi a ir,
percebi a intercessão de Nossa Senhora, pois tudo em minha vida financeira foi progredindo (a
fir-ma onde trabalho aumentou consideravelmente as vendas; comecei a vender anéis, e em 6
meses consegui o dinheiro). E o que parecia impossível a meus olhos se concretizou com as
bênçãos de Maria. No dia 3 de setembro embarquei para tão esperada peregrinação. Passamos
uma semana na Itália e no dia 8 de setembro chegamos a Mediugórie. Mediugórie é um pedaço do
céu. Lá se respira paz e não é preciso ter nenhum sinal extraordinário para acreditar nas aparições.
Mes-mo assim Nossa Senhora quis nos dar a prova do seu amor e da sua presença, com um sinal
no sol. Minhas duas amigas (Regina Márcia - Goiânia - GO, e Ludmila Emília - João Monlevade -
MG) e eu, quando íamos para a Igreja, às 18h40min, vimos o sol girar e transformar-se em dois
Corações brancos que pulsavam para, depois, juntarem-se e transformarem-se em um só Coração.
Logo após, vimos o sol dividir-se ao meio como a Hóstia Consagrada e, por fim, vimos a torre da
Igreja dentro do sol. Choramos, rezamos e pulamos de alegria ao ver, presenciar e sentir tantas
graças e bênçãos que o Senhor realiza no meio do seu povo por intercessão de Nossa Senhora,
nossa Mãe. Maria Santíssima, rogai por nós. (Regina Maria de Souza - Porangatu - GO)
Eco de Mediugórie fortalece a alma
Recebo, regularmente, o Eco de Mediugórie e sou muito grata porque nasce um espírito de
vigilância e de oração, que me sustenta nas terríveis provações do dia-a-dia. O Eco de Mediugórie
é verdadeiramente um pão substancial para nos-sas almas, onde encontramos as palavras certas
para ir adiante na vida de fé. (Genelicy Cardoso, Carira-SE).
As mensagens de Maria
tocam todos os cristãos
Estou escrevendo pela 1ª vez para obter informações sobre as aparições de Nossa Senhora,
Rainha da Paz, em Me-diugórie. Eu sou protestante, membro da Assembléia de Deus, tenho 21
anos e ganhei um livro que fala das aparições de Maria. Fiquei fascinado pelo livro e querendo
saber mais sobre Maria e sua aparição em Mediugórie. Já participei de vári-as Missas depois que li
o livro e estou aprendendo a rezar o terço, eu e mais cinco amigos protestantes. Não sei o que
aconteceu com a gente, só sabemos que tem uma força nos chamando para algum lugar. Sou
protestante e acredito na minha Igreja, só que certas coisas eu estou vendo que estão erradas. Se
Maria é realmente a Mãe de Jesus, ajudai-me a descobrir se estamos certos ou errados.
Gostaria tanto de ir a Mediugórie. Por favor, mande-nos informações sobre as peregrinações para
Mediugórie e sobre as aparições de Maria em Mediugórie, mande-nos também o jornal Eco de
Mediugórie.
(Luiz Fernando Ribeiro, Bragança-PA).
Sacerdote elogia o Eco
Agradeço-lhes, com o amor a Nossa Senhora, o constante envio do Eco de Mediugórie e outras
delicadezas. Parabeni-zo-os pelo belíssimo trabalho evangelizador de Nossa Senhora. Orem a
Jesus e a Nossa Senhora por mim e pelo meu trabalho. Abraços afetuosos em Cristo e em
Maria.(Mons. José Maria, Três Corações-MG).
Mensagem via Internet
emociona usuário
Fiquei muito feliz hoje quando encon-trei esta página tão abençoada que vo-cês prepararam para a
nossa Querida Mãe, Maria. Emocionei-me pela pri-mei-ra vez em frente a um computador,
quan-do li as mensagens de Nossa Senhora em Mediugórie e as outras notícias do Eco de
Mediugórie. (Fábio Tirelo - Mensagem recebida via Internet)
Nosso endereço na INTERNET
http://www.persocom.com.br/srainha
Novo vídeo sobre Mediugórie!
Até o final de outubro, estará disponível a fita para vídeo com as Comemorações de 1996: (Festa
do 15º Aniversário das Aparições - 25.6.96, Festival dos Jovens e Aniversário de Nossa Senhora
- 31.7 a 6.8.96 e Festa da Exaltação da Santa Cruz - 15.9.96).
Valor, incluído o correio e estojo: R$ 17,00.
A última peregrinação Servos da Rainha deste ano partirá no dia 12 de novembro. Não perca a
oportunidade!
Informações podem ser obtidas por telefone, por carta ou pessoalmente.
Endereço para correspondência:
Servos da Rainha
Caixa Postal 02576
70279-970 - Brasília - DF
Tel.: (061) 244-4949
Nossa Sede: CLS 212, bloco C, Lj.12
(061) 243-9293 - Mensagem
Disponível a partir das 22 h do dia 25