Mediugórie - Eco 140
Nossa Senhora aparece diariamente em Mediugórie, Bósnia-Herzegovina, desde 24.6.81. Apresenta-se como Rainha da Paz e, atra-vés de 6 jovens, faz ao mundo um urgente apelo à conversão, afirmando serem as mais longas, mais intensas e últimas aparições.
Mensagem da Rainha da Paz, de 25.10.97
Queridos filhos! Também hoje es-tou com vocês e convido-os, todos, a se renovarem vivenciando
as minhas mensagens. Filhinhos, que a oração seja vida para vocês e que sejam exemplo para os
outros. Filhinhos, desejo que se tornem portadores da paz e da alegria de Deus no mundo de hoje
sem paz. Por isso, filhinhos, re-zem, rezem, rezem! Eu estou com vo-cês e abençôo-os com a
minha paz maternal. Obrigada por terem corres-pondido ao meu apelo.
Rezar e ser portador
da paz e da alegria de Deus
Também hoje estou com vocês, como no primeiro dia. A presença de Ma-ria entre nós coloca-nos
próximos ao Céu e é um estímulo e um apelo que não nos permitem dormir ou entorpercer-nos.
Esta mensagem é contra a mediocridade, o cansaço espiritual, o deixar-se levar sem ânimo nem
alegria. Renovar-nos signifi-ca converter-nos a cada dia. A nossa conversão é medida pela maneira
como vivemos as mensagens. Você não pode dizer que se renova se negligencia a ora-ção com o
coração, o Rosário; se não perdoa, se não encontra tempo para a Palavra de Deus, para a Santa
Missa, para a confissão.
Que a oração, principal mensagem de Maria, seja vida para vocês. Viver si-gnifica andar na
presença de Deus (Gn 17, 1) e, dessa forma, procurar agradá-Lo de todas as maneiras,
principalmente eliminando decididamente toda a sombra de pecado. A oração por hábito, ou
aquela feita apenas como dever, perma-nece fora da vida, não a transforma. A oração com o
coração, pelo contrário, é expressão de amor que se traduz pela vi-vência de acordo com Deus e
no serviço aos irmãos. Assim, o que você faz não deve mais partir do seu eu, de senti-mentos
carnais, do seu instinto de apare-cer ou de prazer, mas do desejo de fazer a vontade do Pai e
cumprir a sua obra (Jo 4, 34).
Não apenas isso. Rezar com o cora-ção é deixar Deus agir em nós para tor-nar-nos homem novo
e servir-se de nós para o seu serviço, com a nossa cons-tante ação de graças e aceitação mesmo
daquilo que for mais duro e doloroso; em uma palavra, significa esperar e aceitar tudo de Deus,
como crianças, em total dependência.
Sejam exemplo para outros. Se vi-vermos assim, os outros perceberão que em nós existe algo de
novo. Maria vem para ensinar-nos a estrada fácil, curta, perfeita e segura para se chegar a Deus
(Montfort, 152), para que todos os ho-mens, no mundo confuso de hoje, pos-sam encontrá-Lo.
Ela pede que a reali-zemos em nós para que os outros pos-sam descobri-la e amar através de nós:
sem vocês nada posso fazer!
Dessa forma, seremos portadores da paz e da alegria de Deus. Na última mensagem, Ela falou
sobre o amor de Deus e não o amor humano. Agora fala sobre a paz e a alegria de Deus (e não
apenas humanas). Não se trata, portanto, de satisfações humanas, de coisas agra-dáveis e
tampouco do clima de festivida-de exterior que criamos em nossas igre-jas - e as pessoas
permanecem como antes - mas da paz e da alegria que vêm de dentro, da comunhão com Deus,
"da amizade com Ele que nenhuma tempes-tade poderá destruí-la" (25.06.97). Nem mesmo os
ensinamentos, as atualiza-ções, as iniciativas e o ativismo impe-rante no mundo conseguem garantir
ale-gria e paz. Sem a oração não existe ale-gria divina que contagia os corações, nem se pode
chegar ao conhecimento de Deus. O Reino de Deus é justiça, paz e gozo no Espírito Santo (Rom
14, 17).
Por isso, rezem, rezem, rezem (já são duas vezes seguidas que repete este tríplice convite!), isto é,
orar sempre sem jamais deixar de fazê-lo (Lc 18, 1), até que a nossa vida se torne oração.
Apren-damos do cego que gritava: Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim; e grita-va ainda
mais alto quando a multidão tentava fazê-lo calar (Mc 10, 47). Quem não reza, ilude-se: pensa
estar vivo, mas está morto; julga ser rico, mas é um mi-serável; pensa que vê, mas está cego. Para
quem não reza esta linguagem é in-compreensível: rezar é perda de tempo, o que vale é o agir!
Dessa crítica não pou-param nem mesmo madre Teresa. Além do unânime e triunfal
reconhecimento, havia contra ela fortes críticas e agora foi publicado um livro para destruí-la. Por
que? "Com toda aquela oração faz com que as irmãs percam tempo, enquanto os doentes sentem
necessidade...; podia fa-zer mais para combater as causas da po-breza do mundo". Na realidade, a
oração dava-lhe forças para comunicar aos do-entes uma paz que valia mais do que to-dos os
medicamentos. E ela respondia: "Enquanto continuam discutindo as cau-sas da pobreza, eu me
ajoelho junto aos mais pobres dos pobres, os quais não necessitam de debates e de teorias, mas de
amor...".
Nossa Senhora não teme repetir a coisa mais importante: oração! Ela está conosco e nos abençoa
com a sua paz, que é o fruto eterno da sua oração.
d. Angelo
NOTÍCIAS
Mediugórie
Mediugórie está repleta de peregrinos. No momento, há 500 peregrinos vindos de 20 países da
América do Sul, sendo que muitos são representantes dos Cen-tros de Paz. Esta é a 8ª
Conferência or-ganizada pelos seguidores de Mediugó-rie. O tema do encontro foi escolhido de
acordo com o programa do Santo Padre, que consagrou este ano a Deus Filho, Jesus: " Maria
Conduz-nos a Jesus". Este encontro ocorreu entre 25 e 31 de outu-bro.
Neste período, estiveram também em Mediugórie 1500 peregrinos franceses para um retiro.
Nos primeiros 20 dias de outubro, fo-ram distribuídas 100.000 comunhões e, por dia, cerca de 50
sacerdotes concele-braram a Santa Missa.
Os videntes
No momento, Iákov, Maria Pavlovic, Miriana, e Ivanka estão em Mediugórie. Maria e seus três
filhos estão aqui desde o início de outubro. Ela fala aos peregri-nos diariamente e está disponível a
to-dos. Iákov também dá o seu testemunho e tem a aparição em casa. Ivan está nos Estados
Unidos e, faz poucos dias, tam-bém Vicka viajou para lá, onde participa-rá de várias conferências.
Iákov também viajará para a América. Miriana e Ivanka estão aqui. Ivanka dedica-se
exclusiva-mente à família. Miriana fala aos peregri-nos quase que diariamente. Pode-se di-zer que
os videntes, mesmo depois de 16 anos e 4 meses, estão sempre disponí-veis, oferecendo aos que
vêm aqui seu testemunho sobre o que Maria lhes está transmitindo.
Seu rosto expressava alegria
Miriana, entre 2 de maio e 2 de se-tembro, teve o seu encontro mensal com Nossa Senhora, de
oração pelos que não crêem, em sua própria casa, com um grupo restrito. No dia 2 de outubro, no
entanto, a aparição ocorreu na Cruz Azul, por volta das 10h30, encontrando-se pre-sentes muitos
peregrinos. Desta vez, o rosto de Miriana não expressava tristeza, mas alegria. Não houve
mensagem.
Concorrência salutar
Sofia de Vilnius, na Lituânia, e o mari-do Marek, poeta muito conhecido, são amigos do Papa e
trabalharam com ele na Polônia em um movimento católico desde 1957. Agora Marek trabalha no
Vaticano e frequentemente está em con-tato com o Papa. Assim conta Sofia: "Fui a Mediugórie
pela primeira vez com um casal de amigos em 1984. Na subida do monte Krizevac, pelo meio do
caminho, encontrando-me um pouco atrás dos ou-tros, repentinamente tive uma iluminação sobre a
misericórdia do nosso Pai Celes-tial, que há anos enviava a Mãe de seu Filho à Terra para trazer a
paz.
Esta revelação sobre a ternura do Pai e sobre seu cuidado por nós durou ape-nas alguns instantes,
mas foi uma expe-riência fulgurante que me tocou profun-damente: naquela tarde, na quarta
esta-ção, meu coração tinha verdadeiramente encontrado o Pai Celestial! Quantas ve-zes eu tinha
rezado o Pai-Nosso, mas agora esta oração tão simples brotava do coração, cheia de amor e de
reconheci-mento. E isto continua ainda hoje. É o maior dom inesperado que recebi em Mediugórie
e que fez nascer em mim o desejo de conhecer também o Espirito Santo como pessoa e sentir sua
presença viva. Nove meses depois, recebi também esse dom!
Logo que escrevi ao Papa sobre este acontecimento, confiando-lhe que jamais estivera tão feliz e
plena de esperança como em Mediugórie, Ele me respondeu, de próprio punho, com uma incrível
bon-dade, agradecendo-me pela carta e acrescentando que eu devia lembrar-me sempre dessas
palavras "Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará".
Estas palavras sustentavam-me nas dificuldades encontradas enquanto esta-va na Polônia
comunista. Em seguida, nas cartas mandadas ao Papa pelo meu marido, eu acrescentava sempre
algu-mas palavras. Um dia, os redatores do jornal onde trabalhava Marek, juntamente com suas
famílias, foram recebidos pelo Papa. Meu marido estava triste porque eu não o acompanhei nesse
encontro com o Santo Padre, mas Este, imediata-mente percebendo a minha ausência, perguntou
onde eu estava. E, com um grande sorriso, disse a Marek que a Mãe de Deus lhe fazia
concorrência, mas que não tinha a pretensão de superá-La.
Depois acrescentou que eu escolhi bem. Marek aproveitou a oportunidade para falar ao Santo
Padre sobre Mediu-górie e recebeu esta resposta: "É um acontecimento muito importante e muito
positivo!".
"Eu acredito"
Faz um ano, o arcebispo de Chiavari, Dom Cavallero, falou ao Santo Padre de sua visita há pouco
feita a Mediugórie. O Papa lhe perguntou: "Mediugórie! Você acredita?". O Bispo lhe respondeu:
"Oh, sim, acredito!" E o Bispo, aproveitando a oportunidade, perguntou-lhe: "E o senhor, Santo
Padre, acredita?" Depois de um momento de silêncio, o Papa pronunciou bem estas palavras:
"Acredito, acredito, acredito". Isso foi dito pelo Bispo de Chi-avari a Dom Rizzi, ex-Núncio da
Bulgá-ria, que falou a Maria Pavlovic, durante o Congresso Eucarístico em Bolonha.
Venham aprender a rezar
Mediugórie permanece um lugar de grandes bênçãos para os sacerdotes, um lugar onde seus
corações são renovados pela alegria do seu ministério e, mesmo algumas vezes, onde reencontram
seu sacerdócio.
Frei Joseph Quinn veio de Duvigan-non, Irlanda. Ele tinha 9 anos quando seu tio, que sofria de
câncer, se preparava para uma peregrinação a Lourdes. Jo-seph ficou admirado ao ver o grande
nú-mero de vizinhos e amigos chegando a sua casa para entregar misteriosos en-velopes ao seu tio.
Sua mãe explicou-lhe que aquelas pessoas estavam enviando seus pedidos a Nossa Senhora de
Lour-des que os leria e responderia de acordo com a vontade de Deus. Então o garoto teve uma
idéia. Correu ao seu quarto e escreveu umas poucas palavras com sua melhor letra: "Querida
Maria, quero ser padre! Seu filho, Joseph." Naquela épo-ca, Joseph rezava o terço, mas sem
prestar muita atenção, rezava mais por hábito familiar. Embora não rezasse ain-da com o coração,
contudo sabia de sua mãe que Maria era uma mulher bonita.
Maria levou o seu pedido a sério e Jo-seph foi ordenado sacerdote em 1995. Ao celebrar a Missa
em Mediugórie no dia 5 de outubro passado, expressou, durante a homilia, sua grande alegria em
ser sa-cerdote, a ponto de fazer chorar 20 sa-cerdotes de língua inglesa que estavam sentados
atrás dele! "Para mim - disse ele - transformar o pão no Corpo de Jesus e o vinho em seu Sangue é
cada vez uma experiência incomum. Contudo, no final de minha primeira peregrinação a
Mediugórie, compreendo que somente agora estou começando a ser sacerdote. Descobri aqui a
profundidade da oração e gostaria de dizer aos sacerdotes e a to-dos os Bispos: "Venham,
venham, ve-nham aprender a rezar, rezar, rezar!" Irmã Emmanuel
Catástrofes apocalípticas ou triunfo de Maria?
Estamos todos envolvidos na prepa-ração do grande Jubileu do ano 2000, com base no programa
proposto pelo Santo Padre. Esse deveria ser o nosso maior compromisso. Parece, no entanto, que
muitos estão em situação de alarme, como se ouvissem as trombetas das ca-la-midades. Não
faltam nem mesmo fal-sos videntes e carismáticos que recebem men-sagens do céu com o anúncio
de ter-ríveis catástrofes, e até mesmo de uma "vin-da intermediária" de Cristo, da qual a Bíblia não
fala e os ensinamentos do Va-ti-cano II indiretamente julgam impossível...
Isto não significa que nada vai acon-tecer. Quem tem olhos pode perceber o que já aconteceu e o
que ainda está acontecendo no mundo, mas não acon-tece nada do que predizem os profetas do
infortúnio...
Recordo-me do que falou uma pessoa muito próxima a João XXIII. Diante de tantas mensagens
celestes que lhe co-municavam, muitas das quais referentes a ele próprio, chegou a comentar:
"Parece-me estranho. O Senhor fala a todos, mas a mim, que sou o seu Vigário, nada diz!"...
Se olharmos o quanto nos foi dito, e é digno de fé, destaco três previsões: Dom Bosco, no famoso
"sonho das duas colu-nas", previa o triunfo de Maria, superior ao de Lepanto. São Maximiliano
Kolbe dizia: "Verão a Imagem da Imaculada no alto do Kremlin". Em Fátima, Nossa Se-nhora
afirmou: "No final o meu Imaculado Coração triunfará". Nestas três profecias nada encontro de
apocalíptico, mas ape-nas motivos para abrir o coração à espe-rança que o céu venha em nosso
auxílio e nos salve do caos em que estamos mergulhados: na vida de fé, na vida civil e política, nos
horrores que saturam os títulos dos jornais e na perda de todos os valores... d. Gabriele Amorth
O terceiro segredo de Fátima
O Cardeal Ratzinger negou termi-nantemente todas as suposições feitas sobre o terceiro segredo
de Fátima por ocasião do 80º Aniversário da última apa-rição (13 de outubro): "São todas
fantasi-as". No ano passado, referindo-se ao mesmo assunto, disse: "A Virgem não faz
sensacionalismo, não provoca medo, não apresenta visões apocalípticas, mas con-duz os homens
ao Filho".
Também D. Capovilla, secretário do Papa João XXIII, declarou ao jornal La Stampa, de
20.10.97, como o Papa rea-giu em 1960 diante das 4 páginas escri-tas a mão pela Ir. Lúcia,
também lidas pelos colaboradores mais próximos: la-crou-as em um envelope, dizendo: "Não faço
nenhum julgamento". O próprio se-cretário acrescenta que "O segredo não contém nenhuma data
fixa" e julga como "fábulas" tanto as versões que falam de divisões e desvios na Igreja depois do
Concílio, quanto as que falam de catás-trofes iminentes, que circulam há tempo.
O que pede Nossa Senhora
Assim falou Miriana com muita simpli-cidade no seu testemunho aos jovens do Festival: O meu dia
preferido é o 2º de cada mês, desde 1987. No dia 2 de cada mês, eu rezo com Nossa Senhora
pelos que não crêem, mas Ela nunca diz "os que não crêem", diz sempre "aqueles que não
conhecem o amor de Deus". Ela pede a nossa ajuda, e isto diz não apenas a nós videntes, mas a
todos aqueles que ouvem Nossa Senhora como mãe.
Nossa Senhora diz que nós não pode-mos salvar os que não crêem senão com a nossa oração e
com o nosso exemplo. Pe--de-nos que coloquemos a oração por e-les em primeiro lugar, porque
as coisas ruins, as guerras, os divórcios e os abor-to-s são provocados pelas pessoas que não
crêem: "Quando vocês rezam por e-las, rezam por vocês mesmos, pelas suas famílias e pelo bem
do mundo inteiro".
Nossa Senhora não deseja que faça-mos pregações, mas que falemos através da nossa vida.
Deseja que os que não crêem possam ver, através de nós, Deus e o Seu amor. Pede-nos que
levemos isto a sério. "Se, pelo menos uma vez, vocês vissem as lágrimas no rosto de Nossa
Senhora, por causa dos que não crêem, estou certa que fariam todo o es-forço e os amariam". Ela
diz que este é um tempo de decisão, que nós, que nos consideramos filhos de Deus, temos uma
grande responsabilidade.
Cada um de nós seis videntes tem uma missão particular. A minha é rezar pelos que não crêem, por
aqueles que não conhecem ainda o amor de Deus; Vicka e Iákov rezam pelos doentes; Ivan, pelos
jovens e sacerdotes; Maria, pelas al-mas do purgatório e Ivanka, pelas famí-lias. A mensagem mais
importante de Nos-sa Senhora é a Santa Missa: "a Missa, não apenas no domingo, disse-nos. Se
tiverem de escolher entre as várias formas de oração, vocês devem escolher sempre a Santa Missa,
porque ela é a oração mais comple-ta e nela meu próprio Filho está com vocês".
Nossa Senhora pede-nos para jejuar nas quartas e sextas-feiras a pão e água. Pede-nos para rezar
o Rosário em família e diz que nada neste mundo pode unir mais a família do que a oração feita
jun-tos. Pede que nos confessemos pelo me-nos uma vez ao mês. Ela diz que não existe ninguém
no mundo que não tenha necessidade de uma confissão mensal. Pede-nos para ler a Bíblia em
família. Não fala sobre o quanto devemos ler, mas apenas que precisamos ouvir a Pa-lavra de
Deus em família.
Gostaria de pedir-lhes que rezassem pelos que não crêem, porque a oração por eles enxuga as
lágrimas do rosto de Nossa Senhora. Ela é nossa mãe e, como toda mãe deste mundo, ama os
seus filhos e fica triste pela perda mesmo que de apenas um deles. Ela nos diz que, antes de tudo,
devemos amar os que não crêem e depois rezar por eles e conside-rá-los como nossos irmãos e
irmãs que não tiveram a mesma sorte nossa de co-nhecer a Deus e o seu amor.
Quando tivermos sentido este amor por eles, então começaremos a rezar, sem jamais julgá-los: é
apenas Deus quem julga (03.10.97).
"Senhor, a quem iremos?--"
Reflexão de Frei Tomislav Vlasic, inspirada no Evangelho de São João (Jo 6, 68): Senhor, a quem
iremos? Somente Vós tendes palavras de vida eterna!).
"Também hoje podemos afirmá-lo, com convicção - comenta Frei Tomislav - porém devemos
também estar em condi-ções de seguir Jesus até o fim, da forma como os Apóstolos, testemunhas
não apenas da sua morte, mas também da sua Ressurreição e do Pentecostes. So-mos livres para
escolher a estrada interior que nos conduz ao encontro do Deus vivo e que nos faz compreender a
Pala-vra de Vida Eterna; porém, depois da es-colha, devemos partir, caminhar e atingir o objetivo.
Entre as muitas escolhas pes-soais e originais, existem duas globais que abrangem a todos.
A primeira é a que nos leva a buscar um "Deus nebuloso", que não vemos, que não responde, um
Deus que não nos ilu--mina nos momentos de escuridão. Onde quer que exista egoís-mo, o homem
procura um "Deus ne--buloso", porque, defendendo os seus interesses, não deseja mesmo ser
trans--formado pelo encontro com o Deus vivo.
A procura do "Deus nebuloso" pode acontecer dentro da nossa casa, a Igreja, ou fora dela.
Procuramos um "Deus nebuloso" em casa quando, por exemplo, giramos continuamente de um
santuário a outro, mas nada fazemos para nos transformar. Esta atitude impe-de que a Graça de
Deus penetre no nos-so coração, ilumine-o e converta-o. Até mesmo as Palavras do Evangelho e
os apelos de Nossa Senhora permanecem, neste caso, uma teoria externa que não pode vingar e
dar frutos, justamente como na parábola do semeador, onde satanás leva a semente que cai ao
longo do caminho.
A oração egoísta, aquela que sobe a Deus apenas por interesses próprios, constitui outro obstáculo
ao encontro com aquela Palavra que pode operar em nós e, através de nós, transformar os outros.
O mesmo efeito é produzido pela oração do tipo "récita", recitação mecânica de palavras que não
nos deixa sentir nem ver a Deus, impedindo, assim, a fusão existencial entre a criatura e o Criador.
Outro aspecto do relacionamento com Deus, que não conduz a um verdadeiro encontro, é o
folclorístico, quando se festejam os Santos padroeiros e tudo é substituído por uma superficial
"excursão religiosa". Nesses casos, Deus, absolu-tamente, não pode entrar no nosso íntimo e
recriar-nos como gostaríamos. O me-lhor passeio é entrar no coração de Deus!
Como dizíamos antes, a procura de um "Deus nebuloso" pode acontecer tam-bém fora de casa,
isto é, fora da Igreja. São sempre mais numerosos os que afir-mam crer em Deus, mas não naquilo
que a Igreja oferece e ensina. Essa estrada os conduz a refugiarem-se nas religiões ori-entais ou em
técnicas de meditação e as-cese que os colocam em contato com algo superior que afirmam ser
Deus. Na realidade, o que experimentam é um "Deus nebuloso", confuso, não revelado, um Deus
que não possui Palavra de vida eterna. Os métodos, as disciplinas trans-cendentais apresentam-se
belas e fasci-nantes a nível psíquico e levam a um re-laxamento, mas, depois, quando se pro-cura
interpretar os diversos fe-nômenos, as almas não vivem a liberdade e a ale-gria do encontro com o
Deus que salva. Pelo contrário, com muita freqüên-cia, as pessoas são impelidas a buscar a morte,
convictas de alcançar, assim, as realida-des superiores e privilegiadas.
Eis agora a segunda escolha que nos é proposta: encontrar o Deus vivo, o Deus que se revela. Não
podemos che-gar a Deus com nossas forças. É o Amor que se comunica e se doa gratuitamente a
cada criatura que o deseja. Não é ne-cessário mesmo interpretar coisa alguma, porque Deus se
revela em Sua plenitude a cada um de nós: em nossa casa, na Igreja, revela-se Deus Pai, no
Espírito Santo, por meio de Jesus Cristo. O Deus Trino é um Deus palpável, visível, Ele é luz que
ilumina todas as partes do nosso ser. Deus comunica em nosso íntimo a vida que nos conduz à
eternidade e, ao mesmo tempo, experimentamos a eterni-dade dentro de nós já no momento em
que acolhemos a sua Palavra, tal como é. O homem que deseja encontrar a Deus deve
simplesmente abrir-se, com humildade, permanecendo dócil diante dEle, retirando os bloqueios do
coração, da mente e caminhar ao seu encontro para depois segui-Lo.
Neste ponto, cabe a nós escolher: desejamos encontrar um "Deus nebulo-so", não claro, onde
podemos esconder-nos na fumaça da confusão da nossa mente, ou desejamos partir e caminhar até
encontrar a Jesus, Pão da Vida, Jesus Ressuscitado, o Deus vivo?... Mas, atenção. Neste caso, Ele
se revelará como "Aquele que é", e não como al-guém O interpreta ou gostaria que fos-se... Jesus,
no seu peregrinar terreno, amava a todos, mas não satisfazia nem alimentava o egoísmo de
ninguém! Ele é a Luz perfeita e quem deseja entrar nesta Luz e ser iluminado encontrará,
segura-mente, a Palavra de vida eterna. Não po-derá mais ficar confuso, porque, deste encontro, o
homem se desabrocha, cres-ce, transforma-se, frutifica e torna-se lu-minoso, portador de salvação.
Como a vida de Deus penetra em nós, também nós nos elevamos e participamos da Sua vida:
chegamos, assim, à comunhão e não à confusão.
Este caminho de busca do Deus vivo nos levará a uma estrada real, uma es-trada de luz, de paz, de
compreensão e de comunhão com todos. E então uma resposta clara nascerá do nosso interior:
"Senhor, Vós tendes Palavra de vida eterna... eu Vos sigo, irei atrás de Vós; seguir-Vos-ei todos
os dias, procurando abrir-me e tirar as máscaras do meu egoísmo porque, por minha culpa, eu
olho, mas não vejo; ouço, mas não es-cuto; sinto, mas não compreendo. Livro-me de tudo isso
porque desejo chegar à vida eterna e que ninguém pode apagar, vida que jamais finda...".
Permitamos a Jesus que viva no mundo através de nós: ofertemos-Lhe nosso corpo, nosso
cére-bro, nossa mente, nossa vontade, nossas almas. Permitamos que Jesus habite em nós. Ele Se
revelará, dará as interpreta-ções corretas, Ele, Palavra de vida, Deus e não o nosso eu". Irmã
Estefania
Perdoar para receber a paz
(Dos comentários de Frei Slavko)
Maria, já faz tempo, repete estas pa-lavras, mostrando a condição funda-mental para existir a paz.
Se não se per-doa, a paz não é possível.
1. Perdoar não é fácil, isso o sabemos todos nós, com certeza; especialmente quando as coisas que
não nos agradam se repetem, sobretudo na família. Não foi por acaso que Jesus disse que é
neces-sário perdoar "70 vezes 7", isto é, sem-pre. Mas nós nos encontramos, muitas vezes, em
contradição conosco mesmos: desejamos a paz, mas não queremos perdoar; desejamos a paz, mas
não que-remos pedir perdão. Porque, para pedir perdão, é preciso ter também um pouco de
humildade; pedir perdão significa ver também a parte da própria responsabili-dade. Aqui
encontramos um grande pro-blema: enxergar a própria culpa, reco-nhecê-la e pedir perdão.
Recordo-me de uma história verda-deira. Uma pessoa chegou e disse: "Eu não tenho mais paz; não
posso dormir, nem trabalhar; nada posso fazer". E eu fiz a mesma pergunta que também vocês
fariam: "Há quanto tempo você não tem paz, e por quê?" Respondeu-me: "Uma pessoa feriu-me
profundamente e perdi a paz". Então eu lhe disse: "Você deve per-doar e a paz voltará novamente".
Ela dis-se: "Ah, padre, não posso, porque feriu-me profundamente".
Eu lhe disse: "Mas você não procura a paz?" "Sim, padre: não posso dormir, não posso comer, não
posso trabalhar". Então eu lhe disse: "Você deve perdoar!" "Ah, não posso, porque não é a
primeira vez que me feriu assim!" "Mas você de-seja a paz!" "Sim, padre!". Poderíamos continuar
assim até o dia seguinte e fal-tava pouco para que essa pessoa entras-se em conflito até mesmo
comigo.
Todos sabemos que, quando somos feridos, é difícil perdoar ou pedir perdão, mas, se desejarmos
a paz, devemos tra-balhar nesse sentido e não dizer que é impossível perdoar. Deus não pode
pedir-nos coisas impossíveis. Se pensamos que é impossível, provavelmente não re-zamos o
suficiente. Na verdade, Nossa Senhora nos ensina: "Rezem com o co-ração para perdoarem e
serem perdo-ados" (para Ivanka, 25.06.97). Numa mensagem ao grupo de oração, Nossa
Senhora disse: "Se você sente no cora-ção algo contra alguém, reze até começar a ter sentimentos
positivos para com essa pessoa". Em um grupo, uma pessoa rea-giu, dizendo: "Ah, deverei rezar
dia e noi-te!" Então reze dia e noite, até conseguir perdoar, porque a paz é um profundo de-sejo de
todos e vale a pena esforçar-se.
O problema do perdão é mais grave do que pensamos, principalmente nas famílias. Vejam!
Quando falamos dos outros a um amigo ou a uma amiga, como falamos? Muitas vezes, de maneira
negativa; e sempre, quando somos ten-tados a falar assim, trata-se do problema do perdão. Diz-se:
"A minha vida é difícil por causa do meu pai, de minha mãe, marido, mulher, sogra, nora... São
sem-pre os outros que nos criam problemas". Quantas vezes, ouvimos dizer que a vida de meu pai
ou de minha mãe, de minha mulher ou de meu marido é difícil por mi-nha causa! É muito raro ver as
dificulda-des que têm os outros, pelo fato de vive-rem conosco, mas sempre sabemos como é
difícil a nossa vida por causa dos outros. É sempre o problema do perdão.
Sobretudo essa afirmação: "Eu tenho razão!" Eis uma pequena estória: Deus permitiu a satanás
dominar uma cidade por um dia. Satanás pediu-Lhe apenas uma coisa: deixar que os semáforos da
cidade permanecessem sempre no "verde". Resultado: em um minuto, uma confusão completa! Em
cada acidente cada um tinha razão. Quem vinha de um lado via o sinal verde, assim como quem
vinha do outro sentido! Todos tinham ra-zão. E quem podia perdoar, tendo razão? E quem podia
pedir perdão, tendo razão? Muitas vezes, de nossa parte, o sinal está sempre verde e, depois,
todos são culpa-dos ao nosso redor; somente nós não o somos, porque temos a luz verde...
Estou certo de que ouviram os teste-munhos dos rapazes de irmã Elvira. Uma vez, um deles disse:
"Nós nos amamos na Comunidade porque nos conhecemos; não temos medo de dizer ao outro:
errei. Amamo-nos porque conhecemos tam-bém as fraquezas uns dos outros. Muitas vezes,
principalmente nas famílias, es-condemos essas coisas. E depois desco-brem-se as máscaras! As
máscaras, não as pessoas! E assim se encontram más-caras entre marido e mulher, entre pais e
filhos e tem-se um teatro, e não uma fa-mília, não uma vida.
2. Por costume, dizemos que vive-mos mal por causa dos outros e não per-cebe-mos quando os
outros vivem mal por nos-sa causa. Vemos o cisco no olho do ir-mão e não vemos a trave que está
no nosso.
Aqui podemos colaborar com Maria ou com satanás. Quando temos experi-ências negativas com
os outros, quando nos feriram ou falaram mal de nós, o que fazemos? Se continuamos
acusando-os, tornando-os responsáveis por isso, pro-pagando estas coisas por todos os lados,
estamos colaborando com satanás, por-que ele faz assim. Na Bíblia, lemos que satanás acusa-nos
diante do trono de Deus. Nas mensagens de Nossa Senho-ra, encontramos, pelo contrário: "Eu
rezo por vocês...". "Eu intercedo por vocês di-ante de Deus...". Nossa Senhora nos co-nhece,
conhece as nossas coisas boas e também as ruins, mas não nos acusa, não nos condena; antes,
reza por nós.
Então, quando você tem uma experi-ência negativa com alguém e começa a rezar por aquela
pessoa, você está em plena colaboração com Nossa Senhora. Vejam que neste ponto somos
todos muito fracos: falamos frequentemente mal uns dos outros e somos tentados a aumentar os
assuntos negativos; por ou-tro lado, somos tentados a diminuir o lado positivo dos outros. É
sempre a colabora-ção com o negativo.
Também é uma tentação quando se diz: "O que lhe digo é realmente verda-deiro!" Mesmo se for
verdade, você está difundindo coisas negativas e o negativo se alastra. Há um bom conselho para
to-dos vocês, principalmente para aqueles que são muito tentados a falar mal dos outros. Digo
sempre a eles: continuem a falar mal, mas sob uma condição. Antes de falar das coisas negativas,
você deve dirigir-se assim à pessoa a quem deseja falar: "Quando eu terminar de lhe contar estas
coisas negativas, prometa-me rezar comigo um Rosário por essa pessoa, ou mesmo, que fará um
dia de jejum pela pessoa que me causou mal". Estou certo de que muitos dirão que não têm tempo
para ouvir coisas más e negativas...
Acontece frequentemente que tam-bém as pessoas que rezam muito, rezam o Rosário, vão à
Missa, etc., quando se encontram com os outros, muitas vezes falam mal, fazem fofocas. É preciso
de-cidir-se: com quem deseja colaborar? Com Nossa Senhora ou com satanás? (16 de agosto de
1997).
O Papa faz eco a Maria
Nossa Senhora disse na mensagem de 25 de agosto: Convido todos os sacer-do-tes, religiosos e
religiosas a rezarem o Ro-sário e a ensinarem os outros a rezar. Fi-lhinhos, o Rosário é para mim
particular-mente querido. Através do Rosário a-bram-me seus corações e poderei ajudá-los.
Na mensagem enviada ao Bispo de Fátima, por ocasião do 80º aniversário das aparições, o Santo
Padre repete as mesmas palavras: "Queridos irmãos e irmãs, rezem o Rosário todos os dias! Peço
vivamente aos pastores que rezem e ensinem a rezar o Rosário em suas comunidades cristãs. Para
o fiel e corajo-so cumprimento dos deveres humanos e cristãos, próprios da condição de cada um,
ajudem o povo de Deus a retornar à oração diária do Rosário, esse doce coló-quio dos filhos com
a Mãe, que A acolhe-ram em suas casas (Jo 19,27).
E na catequese, durante a Audiência Geral, em 8 de outubro: "Caros jovens, aprendei, através da
meditação dos mis-térios do Rosário, a conhecer Cristo de modo cada vez mais profundo; vós,
que-ridos doentes, sabei acolher, em união espiritual com Maria Santíssima, os mis-térios cristãos
da alegria e da dor que conduzem aos mistérios da glória; e vós, prezados jovens esposos, não
deixeis de alimentar, especialmente neste mês de Outubro, a vossa comunhão conjugal com a
recitação do Rosário na intimidade da vossa nova família."
O Papa
Rio de Janeiro, 2 de outubro
Para mim é uma honra e um prazer en-contrar-me novamente no Brasil, entre es-te Povo, cuja
hospitalidade admirável e ale-gria contagiante me são bem conhecidas...
Na verdade, deixai-me dizê-lo... aqui estou para vós, vim para estar convosco, e convosco desejo
estar!...
Agradeço à Providência poder estar aqui neste País de dimensões continen-tais, colocado pelas
riquezas do seu solo e subsolo e pelo gênio empreendedor do seu povo na vanguarda entre as
maiores Potências do mundo. A própria tradição cultural e a fé da sua gente têm marcado a
evolução da sua história, que promete um futuro alvissareiro, às vésperas do Terceiro Milênio.
Certamente, os dese-quilíbrios sociais, a distribuição desigual e injusta dos meios econômicos,
geradora de conflitos na cidade e no campo; a ne-cessidade de uma ampla difusão dos meios
básicos de saúde e de cultura; os problemas da infância desprotegida das grandes cidades, para
não citar outros, constituem para os seus governantes um desafio de enormes proporções...
O Cristo Redentor, que do alto do Cor-co-vado abre os seus braços em forma de cruz, ilumine as
famílias, as Comunida-des eclesiais e toda a sociedade temporal com a Luz do Alto, e conceda a
todos, por intercessão de Nossa Senhora de Gau-dalupe, Padroeira da América Latina, tudo
quanto de bom seu coração deseja.
Roma, 8 de outubro
Do alto do Corcovado, a grande es-tátua de Cristo, com os braços abertos, parecia dizer às
famílias do mundo intei-ro: Vinde a Mim!...
Invoco sobre o povo brasileiro a constante bênção do Senhor para que, com o empenho de todos,
a Nação possa crescer na justiça e na solidariedade...
A família é lugar privilegiado de des-envolvimento pessoal e social. Quem promove a família,
promove o homem; quem a ataca, ataca o homem...
Encontro "Servos da Rainha"
No Encontro Nacional que ocorrerá em Quixadá (Ce), de 13 a 16 deste mês, além da
programação vespertina idêntica à de Mediugórie (reza diária do Rosário completo, S. Missa e
Adoração), haverá a oração da Via-Sacra na 6a.feira e as seguintes palestras: As Aparições de
Me-diugórie (Pe. Edson Freitas), Fundamento Bíblico das Mensagens da Rainha da Paz (D.
Adélio, bispo de Quixadá) e Vivência das Mensagens da Rainha da Paz (Pe. Lourenço,
Comunidade Ma-riana Oásis da Paz). Os cânticos serão dirigidos e acompanhados pela organista
Irmã Gra-ça, também da Comunidade. Inscrições em Fortaleza: Casa de Maria - Sônia, tel.: 085 -
227-3628.
DISTRIBUIÇÃO GRATUITA: O Eco é enviado gratuitamente. Sob nenhu-ma hipótese poderá
ser vendido. Da mesma forma, nunca promovemos nem autorizamos o uso de nossos materiais
(estampas, adesivos, folhe-tos, etc.) em campanhas de arrecada-ção de recursos, seja qual for a
finali-dade alegada. Seja prudente! Em caso de dúvida, o nosso telefone para con-tato é: (061)
345-7500.
Conta para depósito das contribuições espontâneas: Banco do Brasil, Ag. 0452-9, conta
403.964-5, em nome de Servos da Rainha - Brasília (DF).
Que Nossa Senhora abençoe a todos nós e nos dê a sua Paz.
Peregrinações 1997 - 1998
O último grupo de 1997 sairá no dia 8 deste mês. Em 1998, a primeira peregri-nação sairá no dia
5 de março.
Mediugórie em Braile
Para os portadores de deficiência vi-sual, dispomos da Síntese da História de Mediugórie e o
Rosário Meditado, em braile; Fitas K-7 com a História e o Eco ampliado. Os pedidos serão
atendidos gratuitamente. Cortesia do casal Cida e João Paganine.