Mensagem da Rainha da
Paz, de 25.07.2005
Queridos filhos! Também hoje os
convido
a plenificar seu dia com breves e fervorosas orações.
Quando rezam, seus corações
se abrem e Deus os ama com particular amor e lhes dá
graças especiais. Por
isso, utilizem este tempo de graça e dediquem-no a Deus como
nunca antes até
agora. Façam novenas de jejuns e de renúncia para que
satanás fique longe de
vocês e a graça os envolva. Eu estou perto de vocês
e intercedo junto a Deus
por cada um de vocês. Obrigada por terem correspondido a meu
apelo.
Mensagem da Rainha da
Paz, de 25.08.2005
Queridos filhos! Também hoje os
convido
a viver minhas mensagens. Deus concedeu-lhes este tempo como um tempo
de graça.
Por isso, filhinhos, aproveitem cada momento e rezem, rezem, rezem. Eu
os abençôo
a todos e intercedo ante o Altíssimo por cada um de vocês.
Obrigada por terem
correspondido a meu apelo.
Aproveitem cada momento
Em suas mensagens anteriores
Nossa Senhora disse: “Vivam
minhas mensagens; abram seus corações a minhas mensagens;
vivam minhas mensagens
na humildade e no amor; com grande alegria os chamo a viver minhas
mensagens; rezo
ao Espírito Santo para que os ajude e aumente sua fé para
que aceitem ainda
mais as mensagens que lhes dou aqui, neste lugar santo; vivam minhas
mensagens
e coloquem em prática cada palavra que lhes dou; que estas
palavras sejam
preciosas para vocês, proque vêm do Céu. Comigo,
filhinhos, vocês estão seguros,
desejo conduzi-los todos pelo caminho da santidade.” Este é o
objetivo das aparições
e da presença da Virgem Santíssima, e de cada palavra Sua
dirigida a nós com
amor.
“Deus lhes concedeu este tempo
como um tempo de graça”,
nos diz Nossa Senhora. Recebemos tudo de Deus como um dom: a vida, o
tempo, a
eternidade. Com freqüência, sentimos que o tempo se nos
escapa, que o gastamos inutilmente.
As pessoas dizem,
freqüentemente: “não tenho tempo”. E,
por isso, muitos estão estressados, tensos, nervosos e se sentem
vazios. O
homem, seguramente, encontra tempo para o que lhe apraz. Enganamo-nos a
nós
mesmos quando dizemos que não temos tempo. Não ter tempo
para Deus é sinal de
não ter fé, não ter coração nem
amor, não só para com Deus, mas para com você
mesmo. Aquele que se estima verdadeiramente encontrará tempo
para Deus, para a
oração, para o encontro consigo mesmo e para com Deus.
Perguntamo-nos: Por que devemos
viver esta vida estranha
com todas suas dificuldades e aflições, pecados e
fracassos, antes de se
abrirem as portas da eternidade? Se Deus é amor, e se é
tão bom, por que não
nos deu tudo de uma vez? Por que devemos transcorrer tanto tempo antes
de
alcançar a meta? Deus nos criou imperfeitos não para
dificultar-nos a vida, mas
para permitir que participemos em sua própria vida
trinitária.
Deus deseja não apenas que recebamos
dEle, mas que aprendamos a dar. Amar é dar e receber.
Deus vive fora do tempo, em um
eterno presente, em plena felicidade em
que nada Lhe falta. Dessa bem-aventurança vem a nós a
Virgem Maria ao nosso
tempo, para ajudar-nos a encontrar o lugar onde Ela está.
Deus não nos fez perfeitos, mas nos
deu potencialidades que devemos desenvolver. Deus nos deu o livre
arbítrio. Por
meio dele, podemos recusá-Lo ou aceitá-Lo.
O sentido do tempo está no fato de
que nos serve para progredir e crescer. O tempo em que vivemos pode
tornar-se
um tempo de graça, se acolhermos e escutarmos Nossa Senhora que
nos fala. Essa
é uma oportunidade de poder crescer. Como Nossa Senhora,
também São Paulo
adverte aos Efésios e a nós: “Aproveitem ciosamente o
tempo, pois os dias são
maus. Não sejam imprudentes, mas procurem compreender qual seja
a vontade de
Deus!” (Ef 5, 16-17). São Paulo escreve aos Colossenses o
seguinte: “Procedei
com sabedoria no trato com os de fora. Sabei aproveitar todas as
circunstâncias”.
(Col 4,5). Não devemos perder tempo, porque ele é valioso
e limitado. Devemos
utilizá-lo, cuidar dele e aproveita-lo sensatamente. Cada vez
que renunciamos
ao egoísmo e nos decidimos pelo amor, estamos trabalhando para
transformar
nosso tempo em eternidade, numa vida perdurável. Somente o tempo
transcorrido
em oração é bem utilizado. Apenas o tempo dedicado
com amor a Deus e ao próximo
é salvaguardado e aproveitado. Ajudemos Nossa Senhora a
levar-nos à eternidade.
Fr. Liubo Kurtovic,
Mediugórie, 26.08.2005
Mensagem da Rainha da
Paz, de 25.09.05
Queridos filhos. Chamo-os com amor:
convertam-se, mesmo que estejam distantes de meu Coração.
Não se esqueçam: Eu
sou a Mãe de vocês e sinto dor por cada um que está
longe de meu Coração, mas
não os abandono. Creio que podem deixar o caminho do pecado e
decidir-se pela
santidade. Obrigada por terem correspondido a Meu apelo.
Dia de João Paulo II
O Parlamento
polonês instituiu, por Lei, o «Dia de João Paulo
II», que será celebrado,
a cada ano, no dia 16 de outubro, em recordação
ao dia em que Karol
Wojtyla, então Arcebispo da Cracóvia, foi eleito para a
cátedra de Pedro, em
1978.
«O Pontificado
de João Paulo II mudou o curso da história do mundo, em
toda sua dimensão»,
explica a motivação da deliberação
parlamentar. «A instituição desse dia
expressa o orgulho de que um grande humanista, um homem de profunda
ciência e
cultura, tenha sido formado pela tradição
polonesa». O Parlamento declara
também que «O dia de João Paulo II» quer
fazer memória às inumeráveis
iniciativas do falecido Papa, orientadas a resolver conflitos sociais,
políticos
e internacionais. «Era um homem de paz e esperança.
Indicava a todo o mundo, a
toda comunidade, a todos os homens, e a cada pessoa, que a vida se pode
fazer
mais humana, e ensinava como, mantendo a própria fé,
é possível dar aos outros
respeito e amor».
Encontro para Sacerdotes
De 4 a 9 de
Julho, deu-se em Mediugórie o 10º Encontro Internacional
para sacerdotes, com a
participação de 294 sacerdotes provenientes de 27
países. Frei Zvjezdan Linic,
OFM, falou sobre «Eucaristia e Maria», tema do
evento.
Durante o
seminário, os sacerdotes meditaram, discutiram, rezaram juntos e
celebraram a
Eucaristia com o povo de Deus. Os sacerdotes em Mediugórie
sentem-se como na
escola de Maria. Eles são atraídos a este lugar que a
Santíssima Virgem Maria
escolheu de modo particular para a oração: na colina das
aparições e no
Krizevac. No último dia do encontro, foram rezar sobre o
túmulo de Frei Slavko,
que idealizou este encontro para sacerdotes em 1966.
De ano para
ano, aumenta sempre o número de sacerdotes que vêm a
Mediugórie, sob a proteção
de Maria, Rainha da Paz, para os exercícios espirituais. A
utilidade deste
encontro é confirmado pela grande resposta dos sacerdotes e de
seus testemunhos
no fim do encontro.
Vim por curiosidade
Terminado o
encontro dos sacerdotes, em Mediugórie, muitos, desfrutando de
suas férias,
quiseram permanecer neste lugar, para se renovarem espiritualmente. Um
destes,
é Pe. Paul Newton, de Melburne-Austrália, 36 anos, padre
há 3. Esta é sua terceira
visita a Mediugórie. Desde sua primeira visita, sua vida mudou
completamente.
Em segunda visita, veio agradecer sua
ordenação sacerdotal, ocorrida um ano antes.
Disse: «Virei sempre em peregrinação a
Mediugórie, mas é diferente vir como
sacerdote». Antes de sua primeira visita, nenhum de seus amigos,
nem família e
nem o próprio Paul podia imaginar que viria a ser sacerdote. A
primeira vez
veio com amigos, atrás de «fenômenos naturais muito
interessantes» de que havia
ouvido falar. Já tinha ido a Lourdes, mas este lugar nada
significava para ele.
Havia até recusado o convite dos amigos para rezar o
Rosário. Cresceu no seio
de uma família sem oração, sem frequência
à Igreja, sem acreditar em Deus, em
meio a conflitos e alcoolismo... Em
Mediugórie, encontrou pessoas em cujo
coração viu algo que o tocou. Ele disse
que tinha um coração duro e, por isso, em vez de
permanecer alguns dias,
permaneceu 4 meses em Mediugórie, onde experimentou uma radical
transformação:
sentiu o chamado ao sacerdócio, no Krizevac, ao qual
correspondeu. «Não tinha
nenhuma razão para recusar», disse. «Não
pensei naquilo que o sacerdote fazia,
nem quem era o sacerdote. Refleti sobre como Deus me preparava para
isso. Foram
momentos de purificação. Senti alegria no
coração. Foi um chamamento suave, no
qual senti que teria de servir os outros, tornar-me sacerdote para
servir». O momento
decisivo foi o entendimento de que Jesus estava na Eucaristia. Foi
então que me
tornei aberto ao chamado de Deus.
No regresso a
casa, estava mudado, mas todos permaneciam os mesmos. Não
obstante as incompreensões e as
contrariedades, hoje,
no seu terceiro ano de sacerdote, diz que seus pais se voltaram para a
fé e que
reza continuamente por suas irmãs, porque este é um longo
processo em cada
família de Deus. Disse: Compreendendo-se Quem é Deus e
que Ele é Real, não podemos
permanecer os mesmos. A oração deve estar no
coração de cada pessoa. Também
desejo ter força para dizer “sim” a tudo o que Deus nos
pede».
Agora é um verdadeiro padre
Dom
Geevargjese Mar Divannasios Ottatthngil, Bispo católico indiano de Rito
Melquita, da Diocese de Bathery
da Keral, visitou Mediugórie e disse: «Ouvi falar, pela
primeira vez, de Mediugórie
há cerca de 15 a 20 anos, mas duvidava. Eu não estava
interessado a vir, mas um
sacerdote suíço amigo falou-me de Mediugórie e da
sua esperança. Depois de sua
vinda a Mediugórie, seu comportamento como sacerdote mudou
incrivelmente. Começou
a rezar bem e nas relações com os outros tornou-se muito
humano. Agora é um
verdadeiro padre. Isto fez-me pensar se devia ou não ir a
Mediugórie. Toman
Gruether disse-me que Mediugórie é diferente dos outros
lugares de
peregrinação, que conserva uma atmosfera natural e que as
pessoas aqui rezam
verdadeiramente. Então decidi vir e ver. Agora vim com um grupo
de suíços.
Minha
experiência corresponde às expectativas. Estes três
dias são a confirmação.
Aqui sente-se o sentido familiar, as pessoas empenhadas no
serviço, fazem até
os menores trabalhos com amor e alegria. Este lugar dá-nos
também a experiência
da família universal. Todos aqui se sentem em casa, como na casa
materna.
Encontrei os videntes: visitei Maria Pavlovic, Ivan e Vicka. Creio que
são
videntes verdadeiros. Mediugórie será conhecida,
não há dúvida, hoje ou amanhã,
com toda a certeza!
Estas
mensagens são necessárias: Oração, Santa
Missa, Penitência, Confissão,
Conversão. Estes são os fundamentos da vida espiritual em
todas as épocas. Sem
Jesus não há vida espiritual.
Viver a Vida Imaculada
De
Pe. Tomislav Vlasic’
Não é nossa
intenção desenvolver uma catequese que compreenda todo o
ensinamento
escolástico sobre este Sacramento. A reflexão coloca-se
sobretudo na relação
com a imaculabilidade e a Eucaristia Viva.
O convite a
viver a vida imaculada pode provocar na alma de alguém um pouco
de perturbação,
porque as pessoas podem idealizá-la e pensar serem melhores que
os outros,
arriscando-se até a não sentirem necessidade do
Sacramento da Confissão. Mas a
vida imaculada numa pessoa não dá espaço a estas
divisões.
O Catecismo da Igreja
Católica é muito
claro a este propósito: «a conversão
a Cristo, o novo nascimento pelo Batismo, o dom do Espírito
Santo, o Corpo e o
Sangue recebidos em alimento, tornam-nos santos e imaculados em sua
presença
(Ef. 1,4), como a própria Igreja, esposa de Cristo, é
Santa e Imaculada (Ef, 5,27), diante
dEle. Contudo, a vida nova recebida na iniciação
cristã não suprime a
fragilidade e a fraqueza da natureza humana que a
tradição chama concupiscência
e que permanece nos batizados, a fim de sustentarem as
provações no combate da
vida cristã, ajudados pela Graça de Cristo. Trata-se do
combate da conversão em
vista da santidade e da vida eterna, à qual o Senhor não
cessa de nos chamar.
(CIC 1426).
No citado
texto, evidencia-se a tensão vital gerada na alma pelo dom
recebido no Batismo,
que tende a alcançar o fim, isto é, a santidade e a vida
eterna. Neste combate,
é dado aos cristãos o Sacramento do Perdão, a fim
de que sejamos sustentados
nos momentos de fragilidade, readquirindo as graças perdidas
pela ação do
pecado grave, o equilíbrio e a reconciliação com
Deus na Igreja.
Além da
conversão inicial, porém, é necessária a
conversão constante de cada cristão,
bem visível nos santos. Assim, a vida cristã
transforma-se em liturgia de vida, onde cada cristão
procura pôr em prática todos os meios dados pela
Providência Divina.
À luz destas
considerações, o Sacramento da Penitência, da
Reconciliação, deveria assumir
uma qualidade sempre maior; a contrição elevada dos
remorsos pela consciência à
cura da alma; a confissão transforma no gozoso encontro com o
Senhor; a humildade
eleva a pessoa da humilhação à
aceitação com alegria das próprias
limitações e
das dos outros, na realidade da criatura diante do Criador. O
acolhimento da
Graça é a docilidade que faz frutificar as graças.
Viver assim
este Sacramento leva a ver a própria fragilidade, ajuda o
cristão a não girar à
volta de suas culpas e fraquezas. Antes, progressivamente, eleva-o
à
contemplação do Esposo, com o Qual se vive a vida
imaculada, alcançando a união
mística com Ele.
A Eucaristia - como fonte e cume da
vida
cristã - acompanha a prática deste Sacramento, alimenta a
alma e a conduz ao
sacrifício de louvor. Participando na vida de Jesus, cumpre-se
então, de modo
evidente, a passagem Pascal. É dali que vem a maturidade da vida
imaculada do
cristão, quando Deus dá a própria vida imaculada e
vence Satanás, o pecado e a
morte. O cristão, pois, despojando-se de si mesmo, oferece-se a
esta Vida
Divina e, vencendo as provações, torna-se sacrifício
vivo, santo e agradável
a Deus» .
Nesta
prospectiva, a Vida Divina torna-se então sempre mais a liturgia
da vida,
a Eucaristia Viva.
«Queridos
filhos: Quero que compreendam que Deus escolheu cada um de vocês
em Seu grande
plano de salvação para a humanidade».
A santidade
não pode estar escondida. O amor, a alegria e a paz não
podem estar escondidos.
Uma árvore não pode esconder seus frutos, eles
estão claramente visíveis e se
oferecem a todos. Sua santidade e sua confiança espiritual
não podem estar
escondidas. (do livro «Como
Lei
chiede» de Frei Iozo Zovko)
Papa Bento e Mediugórie
Uma boa notícia: segundo o jornal
italiano
“Il Messagero”, 1º de junho de 2005, o Papa Bento XVI exprimiu um
vivo interesse
pela imagem de Nossa Senhora de Mediugórie, levada de
Mediugórie para
Civitavecchia, em 1995. (Essa imagem chorou lágrimas de sangue
por 13 vezes em
casa de Gregori em fevereiro de 1995, e uma 14ª vez em casa do
bispo, em
presença de várias testemunhas. Os exames realizados
provam que se trata de
sangue humano). O Papa disse: “Nossa Senhora de Civitavecchia vai fazer
grandes
coisas”, ao saudar Dom Grillo, na Conferência episcopal italiana,
em 30 de
maio. De fato, Dom Grillo contou a Bento XVI que, numa tarde de
fevereiro de
1995, levou a imagem milagrosa ao Vaticano, a João Paulo II, que
a venerou e
rezou junto dela. No fim, colocou na cabeça de Nossa Senhora uma
coroa que ele
mesmo levara.
A
verdadeira paz
No
último dia 2 de agosto, Nossa Senhora veio rezar com Miriana
pelos “que não crêem”, como o faz
todos os meses. Estávamos em pleno Festival e havia milhares de
jovens de todos
os países que se juntaram para acolher sua Mãe, rezar-Lhe
e receber Sua bênção.
Depois da aparição, a mensagem que Miriana nos transmitiu
causou-nos um forte
choque! De fato, a situação que descreve é real!
Não se pode negá-la nem
calá-la! Seria bom aprender de cor esta mensagem e pedir uma
graça ao Espírito
Santo: Que faça uma radiografia do nosso coração e
nos revele, através dos Seus
raios divinos, a identidade do que contém nosso
coração. Assim faremos uma
revisão de nossas escolhas! Decidiremos abrigar em nosso
coração o amor
verdadeiro, a luz verdadeira e não as falsas
cintilações com que o mundo nos
ofusca.
Mensagens
recebidas
por Miriana:
*
2 de agosto de 2005
“Queridos filhos, vim ter com
vocês de braços abertos para abraçá-los,
sob Meu manto. Não posso fazê-lo se seus
corações estão cheios de falsas luzes
e de falsos ídolos. Purifiquem seus corações e permitam que
Meus anjos neles
cantem. Então tomá-los-ei sob Meu manto e dar-lhes-ei Meu
Filho, a verdadeira
paz e felicidade.
Não adiem, meus filhos! Obrigada.”
*2 de
setembro de 2005:
Queridos
filhos: Eu, como Mãe, venho a vocês e mostro-lhes quanto
os ama Deus, o Pai de
vocês. Vocês, meus filhos, onde estão? Quem
está em primeiro lugar em seus corações?
Que impede vocês de colocar meu Filho em primeiro lugar?
Permitam, meus filhos,
que a bênção de Deus desça sobre
vocês. Que a paz de Deus os envolva, a paz que
dá Meu Filho, somente Ele.
Notei
isso em meus filhos!
Iélena Vasili, que tem
locução interior, e o seu marido Massimiliano,
estão atualmente em Mediugórie para umas férias
(vivem perto de Roma e têm dois filhos pequenos). Formada durante
anos
diretamente pela Virgem através de Suas mensagens, Iélena
continua preciosa
fonte para aqueles que querem compreender o espírito maternal de
Maria. Eis algumas
palavras recolhidas nestes dias:
“Antes de me casar, minha
vida era mais fácil. Estudava, era livre, trabalhava em minha
formação pessoal.
Agora minha vida de esposa e de mãe força-me a colocar em
prática o que
aprendi, isto é, dar-me sem cessar!”
“Observar meus filhos
ensina-me acerca de Deus. Deus é relação, e
nós somos criados a Sua imagem. Eu
vejo-O em meus filhos! Quando uma criança faz barulho, grita,
bate, é porque
quer se comunicar conosco. A criança, como Deus, quer
sempre se relacionar.
Para a criança isto é vital, porque é assim que
ela se constrói. Quando uma
criança experimenta esta comunicação, não
precisa de televisão. Está em paz,
satisfeita. Notei isso em meus filhos. Eles não se interessam
pela televisão,
mesmo quando vão à casa dos amigos!
Quando a televisão
substitui a comunicação, interrompe-se esta
relação que une os membros de nossa
família e nossos amigos. Freqüentemente, erigimos muros de
proteção contra a
vida e fechamo-nos no irreal. Quando estou com alguém, e ligo a
televisão, é
como se lhe dissesse que não é suficientemente
interessante para mim e que não
merece minha atenção.
Temos a mesma atitude com
Deus quando não O colocamos em primeiro lugar e não
rezamos. Afastamo-nos da
fonte e ficamos frustrados. A graça é-nos dada
através de nosso encontro com
Deus, na oração”.
Lágrimas
de sangue
É significativo que os Papas
João
Paulo II e Bento XVI tenham demonstrado interesse por este
fenômeno sobrenatural
tão ligado a Mediugórie. Na realidade, eles demonstraram
mais do que interesse,
deram sua opinião positiva diante de testemunhas.
Podemos perguntar-nos: Por que Nossa
Senhora escolheu chorar lágrimas de sangue à “porta de
Roma” (é assim que se
chama a Civitavecchia), visto que poderia verter essas lágrimas
em Mediugórie,
de onde provém a imagem. É uma pergunta que cada um de
nós pode fazer-Lhe, em
oração! O acontecimento pode ler-se à luz de uma
mensagem que Ela deu em Mediugórie:
“Suplico-lhes: não permitam que Eu derrame lágrimas de
sangue por causa das
almas que se perdem no pecado!” (24.3.84).
Hoje, alguns jovens vivem uma
espécie
de inferno interior e têm dificuldade de escapar às
armadilhas mortais em que
caíram. Seitas, droga, álcool, uso desordenado de sua
sexualidade, músicas
obsessivas e mal inspiradas, experiências satânicas,
ocultismo, miragens da
Nova Era, etc... Nossa Senhora tem um plano para eles, como para os que
hoje
caminham na luz. Mas esse plano não é mágico,
requer um SIM sincero a Jesus, o
único Salvador, e um NÃO ao pecado. Em Mediugórie,
Nossa Senhora não põe água
no vinho do Evangelho, e é por isso que os jovens aí se
dirigem aos milhares. Como
Mãe, Ela conhece o enorme potencial de amor que dorme no
coração de cada
pessoa. Todos são chamados à santidade! Não
é por acaso que Ela tenha escolhido
jovens para anunciar ao mundo a porta de saída destes infernos
terrestres e o
caminho seguro para a maior santidade. Eu amo particularmente estas
mensagens recebidas
por Iélena no grupo de oração:
-“Pelo jejum e pela oração,
poderão
obter tudo o que pedirem”. (25.10.83)
-“Vejo que estão
todos cansados. Desejo tomá-los todos em Meus braços para
que repousem comigo”
(28,10. 83)
-“Mesmo se cairem nas
provações, não parem!”
(19.3.83).
-“Perguntam-se muito. Apenas se
sobrecarregam.
Jesus Se oferece a vocês, e vocês O recusam. Nele
encontrarão a resposta para
todas sua dúvidas. Aceitem-No!” (7.4. 84).
-“Leiam a vida de Santa Maria Goretti.
Peçam, com ela, ao Senhor, para que ela obtenha para vocês
suas virtudes”. (6.7
84).
Vivam minhas mensagens
Padre
Jozo
Viver as
mensagens da Rainha da Paz na humildade é uma
condição fundamental para dar
frutos. As mensagens são como sementes: a semente precisa de ser
semeada. Mas
para que seja semeada deve, antes, ser preparado o terreno e a terra
ser
adubada e cultivada. A semente que não é semeada
não germinará, não crescerá,
nem dará frutos...
As
Mensagens da Rainha da Paz não são uma nova teoria sobre
a Igreja, sobre a fé
em Deus. Elas são um chamado a que devemos corresponder. As
mensagens têm seu
objetivo e significado só na vida de uma pessoa humilde.
Recusam-se a vivê-las,
elas são pensamentos inúteis, apenas um apelo sem
resposta.
A humildade é a
condição e o clima para o crescimento e para uma colheita
abundante. A humildade é uma virtude que adorna a Virgem de
Nazaré. Seu serviço
humilde ao Senhor e ao próximo é o convite
endereçado a todas as pessoas, a
cada cristão. Os planos de Maria vão contra nossa
arrogância, como as ondas
contra um recife. A humildade é o caminho único e seguro
mostrado por Jesus e
por Sua vida. Os Santos o cultivaram como a mais alta meta.
Nossa
Senhora não nos permite discutir, entrar na polêmica com
os outros. Ela
chama-nos a vivê-las na humildade e a testemunhá-las em nosso dia-a-dia.
Os frutos das mensagens
são conforme a vontade da
árvore... Com nossa vida, tornamo-nos um sinal para os que
estão longe de Deus
e de Seu Amor! Quando não se vê algum sinal na estrada, a
pessoa duvida se
escolheu a justa direção. Um sinal na estrada, iluminado
pela santidade e
emoldurado pela humildade, é
importante. Aquele sinal é sempre segurança.
O caminho mais breve até
Deus é o serviço humilde.
Todos têm necessidade de
nós. Quando
escutamos Maria, estamos como Jesus de Nazaré, que foi obediente
e submisso a
Sua Mãe, por isso, cresceu em sabedoria e graça diante de
Deus e dos homens!
Escutemos a Mãe e decidamo-nos a viver todas as mensagens na
humildade. Deste
modo, respondemos ao grandioso chamado de que em Mediugórie
tivemos
conhecimento.
Como ir a Mediugórie
Nossa Senhora
pede-nos, freqüentemente, que
paremos e perguntemo-nos, com humildade: para onde vou e como vou? Com
quem
ando? É preciso humildade para voltar e retomar o caminho
correto. É preciso
humildade para atribuir a Deus todos os méritos e
vitórias, reconhecendo os
próprios limites, a fraqueza humana, a necessidade de
contínua renovação.
São reflexões que
amadureceram há pouco tempo,
sobretudo desde que Nossa Senhora nos exortou a preparar-nos para o
24º
aniversário de Suas aparições. São
reflexões que quero partilhar com todos os
que, sacerdotes, religiosos e leigos,
são chamados por Nossa Senhora para a aventura particular que se
chama
Mediugórie.
A Rainha
da Paz convida-nos à «renovação». Ela
vê, escuta, observa e procura ajudar-nos
a responder a Seu apelo, da melhor maneira. Há o risco,
até no sagrado, de
hábitos, de acomodações, de não
experimentar a alegria da novidade como nos
primeiros tempos, ou de reduzir tudo a nosso ritmo, a nossos
hábitos, a nossas
fraquezas, a devocionismo ou a uma religiosidade infantil...
Certa vez
perguntei ao novo pároco de Mostar se nunca tinha ido a
Mediugórie. Ele
respondeu-me, com reticências: «Uma coisa é ir outra
é acreditar!».
Certo dia
Nossa Senhora disse: «Ajudem-Me e ajudem-se». Temos sempre
ajudado Nossa
Senhora? Por acaso, temos colocado em primeiro lugar o sucesso pessoal,
o nosso
egocentrismo, nossos interesses espirituais ou materiais?
Mediugórie não é
tanto uma viagem, quanto um descanso, um oásis.
Pessoalmente,
agradeço, de coração, e abençôo todos
os pioneiros que ainda hoje continuam a
gastar todas as forças para
conduzir
almas à fonte de graças que é Mediugórie. O
Senhor os recompense por todas as
suas fadigas e zelo. A todos vocês, uma grande
exortação para que, com
humildade, continuem ajudando, aliviando o cansaço, o
hábito e a rotina com a
arma do Rosário, do perdão e da renovação
em Deus.
Pe. Enzo Berlingieri, pároco
A Deus o primeiro lugar
Denis
é um dos melhores
guias franceses de Mediugórie. Jovial, cheio de humor. Ele
dá aqui seu belo
testemunho:
«Depois de um caminho semeado de
provações, encontrei o repouso, a quietude; em resumo: o
shalom. Agora já não
são o corpo e o pensamento humano que dirigem meu dia e minha
vida, mas Deus! O
mundo exterior pode gesticular, gritar, manifestar-se, queixar-se e
lamentar-se. Eu permaneço em meu ninho onde encontro o escudo
contra toda a
agressão e o remédio para toda a ferida.
Em 1998, ouvi em Mediugórie, no
‘pequeno
bosque’, uma irmã das Bem-aventuranças perguntar-nos:
“Quem de vocês coloca
Jesus em primeiro lugar em sua vida?” De 80 pessoas, duas ou três
mãos se
levantaram, timidamente, tentando não ser notadas! Quanto a mim,
não
compreendia que uma pessoa pudesse ter, como primeira
preocupação, de manhã à
noite, colocar Jesus em primeiro lugar! E então, como se faz
para trabalhar,
como ter tempo para as ocupações materiais e
profissionais, se temos de nos
ocupar o tempo todo com Jesus? Nessa época, eu estava envolvido
em meus
processos judiciais... Então tinha minhas
preocupações diferentes do que
colocar Jesus em primeiro lugar na minha vida!
Mas a graça fazia sua obra
discretamente,
em segredo. A meu lado, minha esposa tinha recebido a graça da
paz, da confiança
em seu marido e do silêncio. Ela não intervinha em minhas
decisões, não me
dirigia nenhuma crítica e deixava-me resolver. Durante esse
tempo, ela rezava.
Isso ajudou-me muito. Em seguida, quando chegou a cura da alma e eu
quis
acompanhar os peregrinos a Mediugórie, ela me disse: “Durante 5
anos rezei para
que você reencontrasse a fé. Ofereci todas as minhas
Comunhões por você”. Foi
esse o seu melhor presente. Para que serve oferecer flores, ir ao
restaurante,
oferecer presentes, se Jesus está ausente? Isso é apenas
dar prazer e não
solidifica uma família. Não há necessidade de dar
prazer, precisamos de nos
amar. O primeiro presente de casamento que Deus me deu foi Odile, a
esposa que
se adaptaria a meu difícil temperamento. Ela nunca perdeu a
esperança, guardou
sempre a fé, é um pouco a minha santa Mônica.
Durante esses 10 anos de sofrimentos,
Odile e eu subimos juntos o Tabor. Os obstáculos eram numerosos
e variados (o
Krizevac é um doce passeio), as penas de um eram as do outro, as
alegrias de um
eram as alegrias do outro, o amor estava sempre presente e nós
continuávamos
unidos. Claro que o inimigo rondava sempre para semear a cizânia
e perturbar,
mas nossos anjos da guarda velavam e as orações de Odile
também. A conversão
crescia em mim; todos os dias, mais um pequeno passo. As idéias
de vingança e
de acerto de contas abandonaram-me...
Tendo
deixado a função
notarial, unimo-nos ainda mais um ao outro e a nossos filhos. A
família
solidificou-se. Depois, chegou Mediugórie e, com
Mediugórie, as graças.
Chegou
finalmente a Terça-Feira Santa de 2005... Nessa manhã, eu
disse a Jesus: “Nunca
Vos dei um presente de qualidade; desta vez tenho o que quereis: a
Semana
Santa! Vou oferecer-Vos um embrulho muito precioso no qual Vós
encontrareis
todos os sofrimentos dos meus filhos, os de Odile e os meus, assim como
o
perdão a meus inimigos... Ofereço-Vos este presente”.
E Jesus o recebeu! Desde 29 de
março
tenho o espírito livre, sou livre, e Odile também.
Presentemente, o nosso dia a
dia está voltado para Jesus. Cada manhã é uma
graça, um louvor dirigido ao Pai
por tudo o que Ele fez por nós. Jesus está em primeiro
lugar em nossa vida!
Durante esse tempo, a graça tocou
também nossos 3 filhos e netos. Eles sabem o que significa
“honrar pai e mãe”.
Quando parto em viagem, telefonam-me para me desejar boa viagem. Quando
regresso, há sempre um que vai ao aeroporto buscar-me para que
não venha de
metrô.
Amar é um conjunto de pequenos
gestos
quotidianos. Não há necessidade de grandes presentes
materiais. É o coração que
deve falar, e não o talão de cheques. Atualmente, gosto
de agradecer a Nosso
Senhor pelos santos e benditos sofrimentos que encontrei em meu
caminho, as
pedras do meu Krizevac, do meu Getsêmani. No Tabor, estou e quero
permanecer.
Como
contribuir para o Eco
As
contribuições
para o Eco de Mediugórie podem ser feitas no Banco do Brasil,
Ag. 0452-9, conta
403.964-5, em nome de Servos da Rainha, ou enviadas por meio de cheque
nominal
e cruzado, a favor de Servos da Rainha, em carta registrada.
Poderão também ser
depositadas nas agências dos Correios que possuam Banco
Postal, Ag. 241-0
Conta 600.002-9, bem como nas agências Bradesco e seus caixas
eletrônicos BDN,
na mesma conta. Os comprovantes dos depósitos efetuados devem
ser enviados para
anotação no cadastro.
“Rádio
Maria” chega ao Brasil
Agradeçamos a Nossa
Senhora por esse
presente de amor ao Brasil!
